Hoje vou falar sobre algo que vem me atormentando diariamente, ao tentar ler notícias através da internet.
É impressionante a quantidade de erros e bobagens que estão sendo publicadas todos os dias na rede.
Falta de capacidade jornalística, de competência, necessidade de tornar uma manchete em algo chamativo, aliados à pressa em escrever o mais rápido possível, para poder públicar antes, tem sido notória e tem tornado os diários virtuais em algo ilegível, às vezes.
Aqui vão alguns exemplos:
Menos de cinco dias após as eleições, aqui no Rio de Janeiro, onde o candidato Eduardo Paes venceu o segundo turno por uma pequena margem de votos, em uma das mais acirradas batalhas eleitorais do país, o site G1 (leia-se GLOBO) publica a seguinte manchete:
“ Paes chega e encontra marido em shopping ”
E eu - que nunca tinha ouvido boatos sobre a masculinidade do candidato do PMDB – cheguei a pensar por alguns segundos que o prefeito - recém eleito, chegando de brasília, onde teria um encontro com Lula - tivesse esperado sair o resultado do pleito, para assumir a sua homosexualidade, com medo de perder a campanha política, devido a famigerada e tão questionada homofobia.
Na verdade, o site G1 (mais uma vez, GLOBO) tentava se referir ao fato de a atriz Juliana Paes - que havia chegado de gravações realizadas na Índia - teria marcado um encontro com seu marido, em um shopping center do Rio.
Que tal fazer a coisa mais simples e direta ?
“ Juliana encontra o marido no shopping ”
Isso sem contar a relevância da notícia, para criarem uma manchete tão boa.
É impressionante a quantidade de erros e bobagens que estão sendo publicadas todos os dias na rede.
Falta de capacidade jornalística, de competência, necessidade de tornar uma manchete em algo chamativo, aliados à pressa em escrever o mais rápido possível, para poder públicar antes, tem sido notória e tem tornado os diários virtuais em algo ilegível, às vezes.
Aqui vão alguns exemplos:
Menos de cinco dias após as eleições, aqui no Rio de Janeiro, onde o candidato Eduardo Paes venceu o segundo turno por uma pequena margem de votos, em uma das mais acirradas batalhas eleitorais do país, o site G1 (leia-se GLOBO) publica a seguinte manchete:
“ Paes chega e encontra marido em shopping ”
E eu - que nunca tinha ouvido boatos sobre a masculinidade do candidato do PMDB – cheguei a pensar por alguns segundos que o prefeito - recém eleito, chegando de brasília, onde teria um encontro com Lula - tivesse esperado sair o resultado do pleito, para assumir a sua homosexualidade, com medo de perder a campanha política, devido a famigerada e tão questionada homofobia.
Na verdade, o site G1 (mais uma vez, GLOBO) tentava se referir ao fato de a atriz Juliana Paes - que havia chegado de gravações realizadas na Índia - teria marcado um encontro com seu marido, em um shopping center do Rio.
Que tal fazer a coisa mais simples e direta ?
“ Juliana encontra o marido no shopping ”
Isso sem contar a relevância da notícia, para criarem uma manchete tão boa.
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A mais nova pérola veio nesta sexta-feira, quando os brilhantes jornalistas do G1 (de novo GLOBO) publicaram uma matéria falando sobre a escalação do time dirigido por Zico, no Uzbequistão.
A matéria dizia o seguinte:
“ Além de Zico e Rivaldo, o zagueiro Luizão, ex-Vasco, foi outro brasileiro a participar da conquista da Copa do Uzbequistão - torneio que não é reconhecido pela Fifa. O atacante chileno José Luis Villanueva, que também atuou pela equipe carioca, é outro nome conhecido dos torcedores brasileiros.”
O Uzbequistão é aqui – já dizia a canção Menino do Rio...
* * *
Sobre o passado de ex-policial do pai da adolescente Eloá - assassinada em SP - o G1 (da GLOBO) conseguiu publicar 2 erros na mesma frase...
"Na época do duplo assassinato, o pai da Eloá pertenciam, junto com outros policiais, à “gangue fardada”, um grupo extermínio comandado formado por policiais, segundo a acusação.
* * *
Isso sem contar que durante as olimpiadas eles bateram todos os recordes. Chegaram a publicar uma matéria em que o leitor tinha que tentar entender o que a jornalista tentava dizer, de tão mal escrita que estava. Foi tanta asneira junto que o texto não tinha pé, nem cabeça.
Eu prometo tentar achar o texto (eu duvido que ele ainda esteja lá – arquivado) em todo o caso, se eu achar eu publico depois para vcs darem uma olhada na obra de arte.
Ah ! Já ia meesquecendo... esta matéria era da Revista Quem Online (pela última vez, da GLOBO).
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